sexta-feira, 11 de março de 2011

Depois da tempestade

Depois da tempestade...
Vem a bonança...
Vem a felicidade, no lugar da saudade...
Vem o amor, trazendo seu calor...
Vem o amor, no lugar da dor...
A dor de perder, que traz o sofrer...
O amor, é da vida o amanhecer...
A dor, é o seu anoitecer...
Amanhecer, com o brilho do sol...
Anoitecer, com o escuro após o arrebol...

Vamos viver o amor enquanto existir,
Vamos viver com sinceridade, sem fingir...
Não deixemos que essa tempestade,
Afaste do amor a felicidade...


Aos meus queridos e cinceros amigos, de ontem, hoje e sempre!
As mais verdadeiras desculpas por tanto tempo sem dar notícias.

Gente, senti muita falta de cada um de vocês, más a verdade é que eu tive contratempos em minha vida, por isso fiquei tão afastada.
Venho aqui hoje, para agradecer o carinho e a preocupação de todos os amigos que sentiram a minha falta, e dizer-lhes que aos poucos, estarei voltando, e  dividindo com vocês o pouco de uma "PÉSSIMA" experiência pela qual eu tive o desprazer de passar.

Mas como diz um certo ditado, que nada dura para sempre!
DEUS tem o tempo certo para tudo em nossas vidas.

Hoje, depois dessa "experiência" que tive, passo a enxergar a vida de uma outra forma, e também aprendi a dar valor as coisas mais simples da vida!!!

Gostaria de desejar um maravilhoso final de semana a todos! E agradecer imensamente do fundo do meu coração.
Logo estarei visitando a cada um.

9 comentários:

Xipan Zéca disse...

Olá..
Trago um convite, leia minha postagem e se houver interesse participe e convide teus amigos.
Digamos assim, Um concurso poético-interativo de nenhuma premiação nem obrigação e muito menos competitivo!.. rss

Deusssskiajude
Tatto

Martinha disse...

Bom dia!!!

Muito bom ter vc de volta.

beijos

Léia Gonçalves disse...

Angela, que ótimo que está de volta... estava com saudades e senti muito sua falta. Seja muito bem vinda. Beijão!

O Profeta disse...

Calcei luvas, branca e negra
Afastei os braços ao abraço
Encontrei um pássaro feliz
As uvas são amargas no Mês de Março

Anos, dias, vidas que se perdem da vida
Voltaram com o Sol as Andorinhas do Mar
Quantas vagas correram adiante
Quantas perdidas penas entre o partir e chegar

E as pedras da ilha…
As pedras da ilha não têm idade
Não tem limite o amor quando é amor
Não tem medida a extensão da saudade

Doce beijo

O Profeta disse...

Sonhei com uma estrela do céu
Sonhei-a vivendo no meio do Mar
Sonhei com a verdade de uma palavra
Soletrei sete vezes a palavra amar

Neste sonho vi uma árvore triste
Pensei em sete coisas impossíveis de fazer
A primeira era voar com as nuvens
A ultima sobre as águas de um Lago correr

E vi pássaros de cores nunca vistas
Refulgentes lírios de ouro de lei
Apenas uma hortênsia me pareceu ali perdida
Vi palpitantes borboletas e o coração calei

Mágico beijo

O Profeta disse...

Uma cama amarrotada pela passagem do amor
Lençóis que aprisionam o calor
Suspiros espalhados pelo chão
Uma imagem santificada sustenta o louvor

Uma pecadora ungida pela chuva
A sorte e a morte em bravata eterna
As ave marias que uma boca vomita
Para no céu ser, clemente a sua pena

Já não há xailes negros na ilha
Já ninguém liga a agoiros
O mar continua açoitar a costa
Deixando despojos, tesouros

Bom domingo

Terno beijo

O Profeta disse...

O meu pranto escondeu as sílabas de uma palavra
O meu céu não precisa de Sol para ser azul
A minha emoção transbordou nesta clara manhã
Tal como as incontidas águas que correm para sul

Este Inverno que o meu querer instaurou
Tem o rosto coberto por densa bruma
Tem a força de todas as marés esta emoção
Que devolvi hoje à espuma

Doce beijo

O Profeta disse...

Tão triste nasceu hoje o Verão
Tão agreste sopra este colérico vento
Tão molhada está esta verde terra
Tão cinza está um coração em desalento

Mentem os que disserem que perdi a Lua
Os que profetizaram o meu futuro de luz
Mentem os que acharam que não me visto de sentimento
Os que acham que apenas a mentira seduz

Acolhi no olhar todas as coléricas vagas que alcancei
Abracei uma roseira e senti o golpe dos espinhos
Senti o aroma errante das hortênsias
Numa viagem por sete caminhos

No primeiro encontrei monstros e deuses
No segundo um céu sem cor e estrelas
No terceiro uma errante alma em desalinho
No quarto um pássaro que se perdeu do ninho

Boa semana


Doce beijo

O Profeta disse...

Ouvi o vento e a música
Procurando um porto na madrugada
Ouvi a chegada de um navio
Julguei sentir uma voz amada
Uma criança jogando lama ao meio dia
Embrenhada e perdida na alma
Com rimas colorindo pálpebras de nostalgia

Doce beijo

 
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